Pular para o conteúdo principal

Os desafios dos novos modelos de gestão empresarial

Estamos vivendo numa época de transição, tendo em vista o acelerado processo de mudanças em nível mundial, nas mais diversas áreas da atividade humana.
As empresas precisam realizar a migração, de organizações da era industrial, para as organizações da era do conhecimento; das novas tecnologias da informação e comunicação.
Os modelos tradicionais de gestão, extremamente engessados e burocráticos, já não dão mais conta das novas demandas do mundo contemporâneo.  Hoje as organizações precisam tomar decisões rápidas, atualizadas e assertivas. 
Como principal característica, os novos modelos gestão têm o capital intelectual como principal diferencial de mercado.  
O conhecimento aplicado e compartilhado, é hoje um fator crítico de sucesso para as organizações. É questão de sobrevivência e de continuidade, em um mercado cada vez mais hostil e competitivo.
Para o sucesso da transição, dos modelos tradicionais para os modelos de organizações do conhecimento, torna-se necessária a implantação de um processo contínuo de gestão da mudança.
Seguem alguns tópicos importantes para a atualização dos modelos de gestão:
1) Desenvolvimento de uma visão holística e sistêmica: desenvolver nas pessoas a visão do todo; pensar global e agir local; desenvolver novos conhecimentos, habilidades e atitudes;
2) Mudanças na cultura organizacional: mudanças no estilo gerencial, para modelos mentais mais flexíveis, inovadores e criativos;
3) Adaptações na estrutura organizacional: formação de uma estrutura mais horizontalizada; menos hierárquica; que incentive a inovação e a criatividade.
Os modelos contemporâneos de gestão, têm como desafio promover o desenvolvimento sustentável das organizações. Devem gerar valor para as empresas, para as pessoas e para o meio ambiente; conciliar desenvolvimento econômico, ambiental, social e cultural.


Fonte:www.administradores.com.br

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Trabalhar com o que ama ou com o que dá dinheiro?

Habitualmente, a resposta é a própria pergunta. Trabalhe com o que ama, usufruindo de suas vocações e o dinheiro será a consequência. Se você ama sua carreira, já tem metade do que precisa profissionalmente. E considerar: talento, vocação, propósitos e valores; capacitar-se; ter equilíbrio emocional; encontrar oportunidades, estar pronto para assumi-las e as valorizar: mais 50%. É um todo matemático que torna grande a probabilidade de dar certo (alcançar lucros e rentabilidade). Porém sabemos que não é fácil. E ao falarmos de partes, metades e conjuntos, devemos somar, subtrair e pesar certos pontos. Precisamos pensar além do "habitual". Sonhos e decepções Desde criança somos condicionados a imaginar "o que queremos ser quando crescer". Os anos passam. Nos descobrimos, somos contagiados por experiências, vivências e contaminados bombardeadamente por responsabilidades. Tão explosivas às vezes, que acabamos adiando, atrasando e até mesmo, perdendo nossos sonhos ...

BC vê inflação menor em 2017 e cenário de corte mais intenso na Selic

O Banco Central passou a ver inflação menor em 2017, ainda mais abaixo do centro da meta oficial, e também deixou claro que vai fazer uma "intensificação moderada" no ritmo de corte dos juros básicos diante da desinflação mais difundida. "A consolidação do cenário de desinflação mais difundida, que abrange os componentes da inflação mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária, fortalece a possibilidade de uma intensificação moderada do ritmo de flexibilização da política monetária, em relação ao ritmo imprimido nas duas últimas reuniões do Copom", informou BC nesta quinta-feira ao publicar seu Relatório Trimestral de Inflação. Desde que iniciou o ciclo de afrouxamento, em outubro do ano passado, o BC já reduziu a Selic em 2 pontos percentuais, aos atuais 12,25 por cento ao ano. Foram dois cortes iniciais de 0,25 ponto e depois dois de 0,75 ponto. "Essa 'intensificação moderada' sinaliza que ele (BC) provavelmente está pensando num c...

Dólar fecha em leve alta, sem anúncio de intervenção do BC pelo 3ª dia

A moeda norte-americana subiu 0,15%, cotada a R$ 3,5243 na venda. Decisão sobre juros dos EUA e cenário político influenciaram o mercado. O dólar fechou em alta em relação ao real nesta quarta-feira (27), com o Banco Central não anunciando intervenção no mercado cambial pelo terceiro dia seguido e com os investidores atentos à cena política no Brasil. Além disso, no exterior, o mercado é influenciado pela decisão do Federal Reserve, banco central norte-americano, de manter os juros nos  Estados Unidos . A moeda norte-americana subiu 0,15%, cotada a R$ 3,5243 na venda.  Veja a cotação. Acompanhe a cotação ao longo do dia: Às 9h09, alta de 0,16%, a R$ 3,5249 Às 10h49,  alta de  0,22%, a R$ 3,5268 Às 11h20,  alta de  0,36%, a R$ 3,5317 Às 12h,  alta de  0,65%, a R$ 3,5419 Às 13h06,  alta de  0,55%, a R$ 3,5387 Às 13h41,  alta de  0,62%, a R$ 3,5412 Às 14h49,  alta de  0,44%, a R$ 3,5345 Às 15h30, alta de 0,15%...