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Mostrando postagens com o rótulo PIB

MERCADO REDUZ PROJEÇÃO DE CRESCIMENTO DO PIB EM 2011

   O mercado financeiro reduziu levemente a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011, de 4,30% para 4,29%, segundo o boletim Focus, divulgado hoje pelo Banco Central (BC). Para o ano que vem, a projeção para o crescimento da economia seguiu em 4,50%. A estimativa para o crescimento da produção industrial em 2011 seguiu em 4,10%. Para 2012, a projeção para a expansão da indústria subiu de 4,60% para 4,85%.    O mercado financeiro também alterou levemente a previsão da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2011. A expectativa para a inflação neste ano caiu de 5,80% para 5,78%, mas ainda em um patamar distante do centro da meta de inflação, que é de 4,50% para o ano. A meta tem margem de tolerância de dois pontos porcentuais para cima ou para baixo. Os analistas subiram a projeção para a inflação em 2012 de 4,78% para 4,80%. O mercado manteve em 0,49% a previsão para o IPCA de março de 2011, de acordo com a Focus. ...

MANTEGA: "CRESCIMENTO DA ECONOMIA CHINESA É ATÍPICO"

  Em coletiva realizada nesta quinta-feira, 3, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que nem o Brasil nem a grande maioria dos outros países pode sustentar um "crescimento chinês", que classificou de atípico. "Mas o Brasil sustenta sim um crescimento acima dos 5%, pois mesmo com dois anos de crise, crescemos a uma média de 4,5% entre 2007 e 2010", disse. "O cenário que nós projetamos para 2011 ano é um crescimento de 4,5% a 5%. Em geral, a economia desacelera no primeiro trimestre e acelera no segundo", completou. O ministro afirmou também que o forte crescimento de 7,5% do PIB em 2010 e o aumento da inflação nos últimos meses não significam que o governo tenha demorado a desmontar os incentivos concedidos durante a crise. Retirada dos incentivos    Mantega lembrou que as reduções do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis e eletrodomésticos foram retiradas ainda em março do ano passado. "Só não tiramos os incentivos a in...