Pular para o conteúdo principal

Mercados europeus de ações perdem com queda nas mineradoras e farmacêuticas

MILÃO (Reuters) - O mercado europeu de ações fechou em queda nesta quinta-feira (25), pressionado por perdas de farmacêuticas e de mineradoras, com investidores cortando sua exposição a ativos mais arriscados antes do discurso da chair do Federal Reserve, banco central norte-americano, Janet Yellen.
O índice de principais ações europeias FTSEurofirst 300 perdeu 0,78 por cento, a 1.345 pontos. O índice pan-europeu STOXX 600 caiu 0,84 por cento, a 342 pontos, atingido pela divulgação de pesquisa sobre confiança na Alemanha e recuando do pico em uma semana atingido na quarta-feira.
Embora o Fed deva manter os juros em sua reunião de setembro, têm crescido as expectativas de que Yellen possa dar uma previsão mais clara para a próxima elevação das taxas de juros dos Estados Unidos, após dados fortes de habitação desta semana e comentários de outras autoridades do Fed.
As mineradoras tiveram perdas, com o índice de recursos básicos do STOXX 600 caindo 1,3 por cento, pressionado pela baixa nos preços dos metais. A mineradora Glencore perdeu 2,58 por cento, estendendo suas perdas da sessão anterior, quando anunciou um conjunto de resultados fracos.
As ações de empresas farmacêuticas ficaram entre as maiores quedas. O índice de empresas de saúde do STOXX 600 perdeu 1,45 por cento, pressionado pelas perdas das ações da Qiagen, BB Biotech e Shire.
Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,28 por cento, a 6.816 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,88 por cento, a 1.529 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 0,65 por cento, a 4.406 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 1,07 por cento, a 16.710 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,65 por cento, a 8.599 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,45 por cento, a 4.677 pontos.

                                     Fonte:http://economia.uol.com.br/

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Trabalhar com o que ama ou com o que dá dinheiro?

Habitualmente, a resposta é a própria pergunta. Trabalhe com o que ama, usufruindo de suas vocações e o dinheiro será a consequência. Se você ama sua carreira, já tem metade do que precisa profissionalmente. E considerar: talento, vocação, propósitos e valores; capacitar-se; ter equilíbrio emocional; encontrar oportunidades, estar pronto para assumi-las e as valorizar: mais 50%. É um todo matemático que torna grande a probabilidade de dar certo (alcançar lucros e rentabilidade). Porém sabemos que não é fácil. E ao falarmos de partes, metades e conjuntos, devemos somar, subtrair e pesar certos pontos. Precisamos pensar além do "habitual". Sonhos e decepções Desde criança somos condicionados a imaginar "o que queremos ser quando crescer". Os anos passam. Nos descobrimos, somos contagiados por experiências, vivências e contaminados bombardeadamente por responsabilidades. Tão explosivas às vezes, que acabamos adiando, atrasando e até mesmo, perdendo nossos sonhos ...

BC vê inflação menor em 2017 e cenário de corte mais intenso na Selic

O Banco Central passou a ver inflação menor em 2017, ainda mais abaixo do centro da meta oficial, e também deixou claro que vai fazer uma "intensificação moderada" no ritmo de corte dos juros básicos diante da desinflação mais difundida. "A consolidação do cenário de desinflação mais difundida, que abrange os componentes da inflação mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária, fortalece a possibilidade de uma intensificação moderada do ritmo de flexibilização da política monetária, em relação ao ritmo imprimido nas duas últimas reuniões do Copom", informou BC nesta quinta-feira ao publicar seu Relatório Trimestral de Inflação. Desde que iniciou o ciclo de afrouxamento, em outubro do ano passado, o BC já reduziu a Selic em 2 pontos percentuais, aos atuais 12,25 por cento ao ano. Foram dois cortes iniciais de 0,25 ponto e depois dois de 0,75 ponto. "Essa 'intensificação moderada' sinaliza que ele (BC) provavelmente está pensando num c...

Dólar fecha em leve alta, sem anúncio de intervenção do BC pelo 3ª dia

A moeda norte-americana subiu 0,15%, cotada a R$ 3,5243 na venda. Decisão sobre juros dos EUA e cenário político influenciaram o mercado. O dólar fechou em alta em relação ao real nesta quarta-feira (27), com o Banco Central não anunciando intervenção no mercado cambial pelo terceiro dia seguido e com os investidores atentos à cena política no Brasil. Além disso, no exterior, o mercado é influenciado pela decisão do Federal Reserve, banco central norte-americano, de manter os juros nos  Estados Unidos . A moeda norte-americana subiu 0,15%, cotada a R$ 3,5243 na venda.  Veja a cotação. Acompanhe a cotação ao longo do dia: Às 9h09, alta de 0,16%, a R$ 3,5249 Às 10h49,  alta de  0,22%, a R$ 3,5268 Às 11h20,  alta de  0,36%, a R$ 3,5317 Às 12h,  alta de  0,65%, a R$ 3,5419 Às 13h06,  alta de  0,55%, a R$ 3,5387 Às 13h41,  alta de  0,62%, a R$ 3,5412 Às 14h49,  alta de  0,44%, a R$ 3,5345 Às 15h30, alta de 0,15%...