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CEO de empresa, menina de 10 anos ensina empreendedorismo a crianças

Norte-americana Kylee Majkowski criou empresa quando tinha 7 anos.Ela está em Porto Alegre para participar do Fórum da Liberdade e dá dicas.


Kylee Majkowski, de 10 anos, tem negócio próprio e faz palestras para divulgar o empreendedorismo na infância

CEO de uma empresa nos Estados Unidos, uma menina de apenas 10 anos está em Porto Alegre para dar dicas a crianças e adultos sobre como montar o próprio negócio. Além de ser uma das painelistas do Fórum da Liberdade na manhã desta terça-feira (14), a garota passou por escolas da capital para passar adiante o conhecimento adquirido com a criação de uma empresa aos 7 anos de idade, como mostra a reportagem do Jornal do Almoço, da RBS TV (veja o vídeo acima).


Kylee Majkowski teve certeza que queria ser chefe quando visitou o escritório da mãe, que trabalhava com empreendedorismo. Ela então se perguntou como transformar uma ideia em um negócio, algo que não se ensina em uma sala de aula para quem tem de 7 a 11 anos. Foi então que outra ideia surgiu: compartilhar esse ensinamento com crianças do mundo todo.

"Isso me inspira muito, tudo o que o que essas crianças podem fazer, porque hoje em dia as crianças são subestimadas", diz a menina.
Foi assim que nasceu a Tomorrow’s Lemonade Stand (Banca de Limonada do Amanhã, em português). Nos Estados Unidos, vender a bebida em um quiosque improvisado em frente de casa normalmente é o primeiro negócio das crianças. Entretanto, em vez de Kylee vender limonada, ela ajuda mini-empreendedores como ela a tirar as ideias do papel.

"Nós atuamos em três frentes: na primeira parte, nós os ensinamos coisas básicas do empreendedorismo como: criatividade, risco, paixão, empatia. Na segunda, eles começam a colocar a ideia do negócio. Seu plano de marketing, desenvolver o logo. Na terceira etapa, eles finalmente vão tirar o negócio do chão", explica a pequena empresária.

Deu tão certo que hoje a Kylee é a chefe da própria mãe. As crianças participam de grupos para aprender sobre empreendedorismo, o que também é feito pela internet.
"Eles criam seu negócio e precisam conseguir dinheiro, precisam vender, precisam fazer de verdade, dar um nome, criar um logo, fazer cartões de visita. Eles vão para o mundo e resolvem o problema", conta a mãe da menina, Amanda Antico.
De acordo com Amanda, com o projeto, os pais têm a oportunidade de deixar os filhos terem criatividade e assumir riscos muito cedo. "As crianças estão se divertindo, mas estão aprendendo a solucionar problemas, a criar uma empresa, como se apresentar para as pessoas, a como organizar as suas ideias. Elas aprendem muito mais do que apenas começar um negócio”, justifica.
Na manhã desta terça-feira, executivos e universitários lotaram o auditório do Fórum da Liberdade para ouvir a Kylee. "Eu imagino a minha ideia como se estivesse em uma pequena caixa. E eu digo a mim mesma, quebre essa caixa, você está presa nela, pare com isso! Se você está com medo de sair, se você está com medo do que está fora da caixa, bem, está na hora de enfrentar seus medos", conclui a garota.

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