Pular para o conteúdo principal

Ter amizades no trabalho pode te deixar mais produtivo

Estudo do Linkedin aponta que fazer amizades no trabalho é algo deixa os profissionais mais felizes, motivados e até os ajuda a ser mais competitivo.

Jovens Carreira Geração Y Motivado Produtivo Trabalho Colegas (Foto: Thinkstock)
Para os jovens, estar próximo dos colegas os deixa "Feliz" (57%), "Motivado" (50%) e "Produtivo" (39%) (Foto: Thinkstock).

Relações no trabalho não são apenas uma questão de networking ou de promoção - elas podem deixar os funcionários mais felizes, motivados e produtivos. Essa é a principal conclusão da pesquisa do estudo "Relationships @ Work" (Relacionamentos no trabalho), feita pelo LinkedIn. Para 46% dos profissionais, manter boas relações com os colegas é algo que os faz feliz.  "É muito mais fácil dar feedback a alguém com quem você construiu um sólido relacionamento ou pedir um conselho se você está se relacionado bem no ambiente corporativo", afirma Catherine Fisher, diretora de comunicações do LinkedIn. O estudo foi elaborado em parceria com o CensusWide e entrevistou 11.500 profissionais de 14 países com idades entre 18 e 65 anos. 
Apesar do contraste entre as diferentes gerações no escritório, a importância dos relacionamentos no local de trabalho continua clara tanto para a Geração Y (18-24 anos) quanto para os baby boomers (55-65 anos). 18% dos profissionais afirmaram que a amizade é algo que os ajuda a ser mais competitivos na carreira. Para os jovens, estar próximo dos colegas os deixa "Feliz" (57%), "Motivado" (50%) e "Produtivo" (39%).
 A intensidade da relação, no entanto, é algo que muda com a geração. Os mais jovens parecem se sentir mais à vontade para compartilhar todo tipo de assunto. 67% dos entrevistados da geração Y afirmaram que tendem a compartilhar dados pessoais - incluindo salário, relacionamentos e problemas familiares com os colegas. Quando falamos da geração "baby boomer", esse número cai para um terço - refletindo a mudança de comportamento no trabalho ao longo dos últimos anos. Além disso, um em cada três profissionais da geração Y afirmaram enviar mensagem ao chefe em horários diferentes do expediente - e sobre assuntos não corporativos.
O brasileiro é um dos mais leais
Mais de um terço (35,8%) dos entrevistados no Brasil disse que a amizade com os colegas de trabalho os motiva. 56,3% da geração Y também afirmou que socializar com os colegas torna o ambiente de trabalho melhor. Os brasileiros também estão entre os mais leais aos colegas de trabalho - 53,6% disseram não estarem dispostos a sacrificar uma amizade, mesmo que isso signifique receber uma promoção. Quando a análise é feita por gerações, a média geral se mantém próxima da dos baby boomers - 52,2% concordam com a afirmativa, enquanto a geração Y aparece com 39%.
Comparando com outros países, os brasileiros são os mais propensos a falar com colegas sobre questões familiares (60%). Quase 3 em cada 10 (29%) dos entrevistados brasileiros mantêm contato com o seu gerente fora do horário de expediente para assuntos sem relação com o trabalho. A relação no Brasil também se mantém mesmo após mudanças de emprego: 36,30% dos pesquisados no país disseram que mais de 40% de seus amigos são atuais ou antigos colegas de trabalho. 
fonte: Revista ÉPOCA NEGOCOS

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Trabalhar com o que ama ou com o que dá dinheiro?

Habitualmente, a resposta é a própria pergunta. Trabalhe com o que ama, usufruindo de suas vocações e o dinheiro será a consequência. Se você ama sua carreira, já tem metade do que precisa profissionalmente. E considerar: talento, vocação, propósitos e valores; capacitar-se; ter equilíbrio emocional; encontrar oportunidades, estar pronto para assumi-las e as valorizar: mais 50%. É um todo matemático que torna grande a probabilidade de dar certo (alcançar lucros e rentabilidade). Porém sabemos que não é fácil. E ao falarmos de partes, metades e conjuntos, devemos somar, subtrair e pesar certos pontos. Precisamos pensar além do "habitual". Sonhos e decepções Desde criança somos condicionados a imaginar "o que queremos ser quando crescer". Os anos passam. Nos descobrimos, somos contagiados por experiências, vivências e contaminados bombardeadamente por responsabilidades. Tão explosivas às vezes, que acabamos adiando, atrasando e até mesmo, perdendo nossos sonhos ...

BC vê inflação menor em 2017 e cenário de corte mais intenso na Selic

O Banco Central passou a ver inflação menor em 2017, ainda mais abaixo do centro da meta oficial, e também deixou claro que vai fazer uma "intensificação moderada" no ritmo de corte dos juros básicos diante da desinflação mais difundida. "A consolidação do cenário de desinflação mais difundida, que abrange os componentes da inflação mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária, fortalece a possibilidade de uma intensificação moderada do ritmo de flexibilização da política monetária, em relação ao ritmo imprimido nas duas últimas reuniões do Copom", informou BC nesta quinta-feira ao publicar seu Relatório Trimestral de Inflação. Desde que iniciou o ciclo de afrouxamento, em outubro do ano passado, o BC já reduziu a Selic em 2 pontos percentuais, aos atuais 12,25 por cento ao ano. Foram dois cortes iniciais de 0,25 ponto e depois dois de 0,75 ponto. "Essa 'intensificação moderada' sinaliza que ele (BC) provavelmente está pensando num c...

Dólar fecha em leve alta, sem anúncio de intervenção do BC pelo 3ª dia

A moeda norte-americana subiu 0,15%, cotada a R$ 3,5243 na venda. Decisão sobre juros dos EUA e cenário político influenciaram o mercado. O dólar fechou em alta em relação ao real nesta quarta-feira (27), com o Banco Central não anunciando intervenção no mercado cambial pelo terceiro dia seguido e com os investidores atentos à cena política no Brasil. Além disso, no exterior, o mercado é influenciado pela decisão do Federal Reserve, banco central norte-americano, de manter os juros nos  Estados Unidos . A moeda norte-americana subiu 0,15%, cotada a R$ 3,5243 na venda.  Veja a cotação. Acompanhe a cotação ao longo do dia: Às 9h09, alta de 0,16%, a R$ 3,5249 Às 10h49,  alta de  0,22%, a R$ 3,5268 Às 11h20,  alta de  0,36%, a R$ 3,5317 Às 12h,  alta de  0,65%, a R$ 3,5419 Às 13h06,  alta de  0,55%, a R$ 3,5387 Às 13h41,  alta de  0,62%, a R$ 3,5412 Às 14h49,  alta de  0,44%, a R$ 3,5345 Às 15h30, alta de 0,15%...